domingo, 24 de agosto de 2008

Antes que o barco o alcance, deita na cana toda a paciência do mundo e aguarda as sobras do mar. Parece solitário (a arriba só à sua ousadia permite o percurso) mas alguns peixes preferem o artesanato da esperança.

5 comentários:

São disse...

Esses peixes são quase humanos .
Apreciei as fotos.
Boa semana.

Passiflora Maré disse...

Para eles, talvez, uma morte solitária.
Ou mesmo uma morte sem vala comum...
Saio em silêncio.

Mello disse...

Bonitas fotos...

Beijinhos,

Graça

AugustoMaio disse...

Obrigado pelas visitas e comentários.

O barco de pesca é também (relativamente) pequeno, mas perante o solitário... a arriba é tão grande e tão ingeme que não sei como o sujeito se lá meteu. a água que o barco atravessa é o Mar da Travessa, em frente o Ilhéu da Cal, Porto Santo.

Dedalus disse...

O peixe há-de chegar, tal como no Velho e o Mar, esse grande livro que me dá saudades.