quarta-feira, 23 de abril de 2008




10 comentários:

Anónimo disse...

Deixa-me em paz que eu já não te pertenço
Deixa-me em paz não é em ti que eu penso
Deixa-me em paz achar quem eu procuro
E juro que nunca mais tu vais saber de mim

Porque será que tu não me deixas, porque será
Porque será que tu não procuras outro sem ser eu
Porque será que tu me persegues, porque será
Porque será que tu não entendes que o amor morreu

Não voltará esse amor de outrora, não voltará
Não quero estar nem mais uma hora a viver assim
Vou procurar a minha metade, vou procurar
Tens de me dar, dar a liberdade que eu te dou a ti

Anónimo disse...

Pronto. já que tem de ser!!!

Inevitabilidade disse...

E o que tem se ser tem muita força.

Anónimo disse...

Mas não muita por causa das hemorróidas.

Anónimo disse...

Só eu sei...

Anónimo disse...

o só eu sei devia estar antes das ditas, não se refere às mas à. riscos de anonimato!!!!!!

clara madrugada disse...

"Aquela clara madrugada que
viu lágrimas correrem no teu rosto
e alegre se fez triste como se
chovesse de repente em pleno Agosto.

Ela só viu meus dedos nos teus dedos
meu nome no teu nome. E demorados
viu nossos olhos juntos nos segredos
que em silêncio dissemos separados.

A clara madrugada em que parti.
Só ela viu teu rosto olhando a estrada
por onde um automóvel se afastava.

E viu que a pátria estava toda em ti.
E ouviu dizer-me Adeus: essa palavra
que fez tão triste a clara madrugada."

Manuel Alegre

Apesar da Liberdade,e em nome dela, disse...

Será?
Quem pediu libertinagem?
O nível,tem nível!

Maria GV disse...

A liberdade que me desculpe e não tendo nada contra o anonimato,que dizem os ilustres administradores deste distinto blog,a tanto dislate que por aqui e por ali campeia?

Anónimo disse...

ler todo o blog, muito bom