sexta-feira, 24 de abril de 2009

Nosso Tempo

Não se pode escolher para o silêncio
uma cidade ouvida quando os dias
como estranhas fachadas se separam
Ó tempo verdadeiro, para a nossa ruína
um céu de nuvens baixas
fffffffffffffffff
Gastão Cruz, As Pedras Negras, Relógio D'Água, 1995

1 comentário:

Intermitências de Ecos disse...

O som do silêncio é-me tiro na alma quando sedenta de sonância...