domingo, 7 de dezembro de 2008

ter-te tão breve

vinha de longe e sem certeza de ficar. e
tu surgiste, ao tombar
de uma tarde escura e fria,
a inventares a companhia
ao meu lamento.
por um momento
(só um momento)
imaginei voltar a ver no tempo eternidade,
deixava fingir - e fugir - a idade
no esgar de te ver
tão leve.

de te ter
tão breve.

(15.12.2007)

3 comentários:

VANUZA PANTALEÃO/OBRA LITERÁRIA disse...

Obrigada, querido Amigo, por nos apoiar com tanto carinho!
A brevidade do amor não significa que não houve intensidade, que não marcou...O amor sempre nos deixa marcas.
Um ótima semana!Bjs

Su disse...

gostei deste breve/eterno momento


jocas maradas

vi disse...

tão leve, tão breve...
será que existiu mesmo?!