sábado, 23 de agosto de 2008

Sem título

Esboço-te em tonalidades novas
De magia encoberta aos demais
Há eco da guerra quente do calor
Desse bafo engano ledo de amor
Nossos silêncios gritam as provas
Do fim do mundo, fim das modas
Do senso derradeiro dos mortais
Do gasto do desuso dos carnais.
Destino de corromper coisas novas
Sorte de ser dos deuses bem menor

2 comentários:

Eärwen Tulcakelumë disse...

Gostei da tua escrita!
Despois de uma ausência necessária, volto ao meu mundo, onde és bem vindo.

Pérolas incandescentes de magia.

Eärwen

AugustoMaio disse...

Obrigado. Lá irei, de quando em vez.