terça-feira, 10 de junho de 2008


Doces águas e claras do Mondego,

doce repouso de minha lembrança,

onde a comprida e pérfida esperança

longo tempo após si me trouxe cego;

Luís Vaz de Camões

3 comentários:

lenekuhnen disse...

Hoje, a única coisa que precisava ouvir é que algo que é meu é bonito...
BONITO!
Beijitos- Marlene
Presentinho:

Tanto de meu estado me acho incerto

Tanto de meu estado me acho incerto,
Que em vivo ardor tremendo estou de frio;
Sem causa, juntamente choro e rio;
O mundo todo abarco e nada aperto.

É tudo quanto sinto um desconcerto;
Da alma um fogo me sai, da vista um rio;
Agora espero, agora desconfio,
Agora desvario, agora acerto.

lenekuhnen disse...

ops, esqueci de fazer referência a obra
Luís de Camões

Anónimo disse...

Olá, Augusto, obrigado pela visita ao meu blog, incluirei o seu, que é bastante poético, na minha lista de parceiros. Saudações brasileiras, Marcus Veras