sexta-feira, 20 de junho de 2008

Aos que não perdem. Porque nunca se perdem.

Ao que nunca se sente derrotado. Mesmo que a memória lhe diga. Haver uma maneira antiga. De assim contar o acaso.


Aos que ficam de pé. Que têm essa ousadia. Que, mais que um rasgo de fé. É um jeito de ser, é teimosia.

6 comentários:

Passiflora Maré disse...

Era para não comentar, porque só me surgia: Belíssimo!!!
Mas depois reparei que o título é fabuloso.

Emanuel Azevedo disse...

Lindas fotos e lindas palavras.

Teresa de Sousa disse...

"Pelo sonho é que vamos,
Comovidos e mudos.
Chegamos? Não chegamos?
Haja ou não haja frutos,
Pelo sonho é que vamos.

Basta a fé no que temos.
Basta a esperança naquilo
Que talvez não teremos.
Basta que a alma dêmos
Com a mesma alegria
Ao que desconhecemos
E ao que é do dia-a-dia.
Chegamos? Não chegamos?

-Partimos. Vamos. Somos."

Sebastião da Gama

Anónimo disse...

No caso daquela coisa verde e vermelha ululante essa coisa de nunca se sentir derrotado pode apenas ser tão só outra coisa - e tão menos nobre.

AugustoMaio disse...

Amiga Teresa:

É mesmo pelo sonho que se faz a ida.

Boa lembrança desse poeta maravilhoso e dessa Grande Pessoa.

AugustoMaio disse...

Não há nada de menos nobre no sentimento (no de sentir, mesmo que cada qual ao seu modo). Assim se cuida e assim se pensou, pelo menos.