O Jardim do Éden
Ernest Hemingway
Colecção Mil Folhas
Julho de 2002
Tradução de Ana Maria Sampaio
pena, pena é não se arrancarem todas. suavemente.

Com este livro, como anuncia a Guimararães Editores, tem início a publicação da Opera Omnia de Agustina Bessa-Luís e os volumes seguintes constituirão a sua edição ne varietur."Desde há cerca de trinta anos, os leitores das Estações formam uma espécie de confraria de iniciados. Partilham um mesmo universo; utilizam a mesma linguagem, as mesmas imagens de referência; conhecem-se e reconhecem-se entre si, um pouco como os leitores de Malcolm Lowry ou de Júlio Cortázar" - da contracapa, na edição portuguesa de 1994 (Publicações Dom Quichote).
Depois de se anunciar com a frase de Georges Schehadé Tanta magia para nada Se não fosse essa lembrança de um outro mundo, começa assim a primeira parte: Ele chegou pelo caminho do desfiladeiro, cerca do décimo-sexto mês do Outono, que por lá chamávamos: a estação podre. Foi a Louana a primeira a vê-lo, e, mais tarde, quando o Conselho se reuniu para deliberar sobre o caso do estranho, ela interveio para reivindicar esse primeiro olhar. Ela tinha aquela cara de criança mongol, risonha, escarlate, que não era da região; tinha entoações estranhas que faziam que se ouvisse sempre com espanto o que ela dizia - Maurice PONS, Estações... Um livro maravilhoso
Para quem gosta de cinema e está interessado em aprender algumas coisas fundamentais sobre filosofia, este ensaio é uma introdução profunda mas amena a algumas grandes questões éticas e nele desfilam tanto os filósofos clássicos como outros mais modernos, exemplificando-se a reflexão a partir de grandes filmes clássicos.
Escrito por Juan Antonio Rivera (Madrid, 1958) professor catedrático de filosofia na Universidade de Barcelona, obteve em Espanha o Premio Espasa Ensayo 2005 e foi editado em Portugal nos finais de 2006 pela Tenacitas.
Tudo - que foi imenso - se passou naquele enorme e grandioso dia 16.

O reino de Godelim era povoado por gentes que trabalhavam de sol a sol, sachando os campos produtores de trigo e cevada, artigos com que atulhavam os celeiros reais. As rainhas governavam os seus súbditos, com grande tirania, cobrando impostos pesadíssimos, por cada alqueire de cereal que tirassem para seu próprio sustento, e obrigando-os a contribuir, com porcos da sua criação, para o apetite imenso de que padeciam.