segunda-feira, 23 de novembro de 2009
Morrissey
quarta-feira, 11 de novembro de 2009
Palavras
Na medida em que as palavras se banalizaram e em que a sua função de signo suplantou o seu carácter de valor, a linguagem contribuiu, com a civilização científica (eu diria mediática), para empobrecer a percepção, a despojá-la das suas implicações afectivas, estéticas e mágicas, e a esquematizar o pensamento."
Claude Lévi-Strauss, Les structures élémentaires de la parenté. Paris, Mouton, 1967. P. 569
quinta-feira, 29 de outubro de 2009
A Insustentável Leveza da Ignorância
Richard Zimler
Jornal Público de 27 de Outubro de 2009
Tradução de José Lima
terça-feira, 22 de setembro de 2009
Art
Joseph Kosuth,1969
quinta-feira, 23 de julho de 2009
Ena, tantos, tantos e tantos...
Jorge Buesco, "Somos todos nobres (e servos)", O Fim do Mundo Está Próximo?, Gradiva, 2007
What Are You Optimistic About?
IDEIAS OPTIMISTAS, Coord. de John Brockman, Tinta da China
quinta-feira, 12 de junho de 2008
Dangerous Idea
sábado, 31 de maio de 2008
Humanismo
O Cosmos de Einstein
Agora substituímos a pedra pelo Sol, o berlinde pela Terra e a cama pelo espaço e o tempo. Newton diria que uma força invisível chamada "gravidade" atrai a Terra e a mantém em torno do Sol. Einstein responderia que não há qualquer atracção gravítica; a Terra é deflectida em torno do Sol porque é a curvatura do próprio espaço que está a empurrar. De certo modo, a gravidade não atrai, mas o espaço empurra.
De acordo com esta imagem, Einstein conseguia explicar porque razão qualquer perturbação no Sol levaria oito minutos a chegar à Terra. Por exemplo, se de repente retirássemos a pedra, a cama recuperaria imediatamente a sua forma normal, criando ondas que se deslocariam, a uma velocidade definida, através da cama. Da mesma forma, se o Sol desaparecesse, criaria uma onda de choque de espaço distorcido que se deslocaria à velocidade da luz. Esta imagem era tão simples e elegante que Einstein conseguiu explicar a ideia essencial a Eduard, seu filho mais novo, que lhe perguntou por que é que ele era tão famoso. Einstein respondeu: "Quando um besouro cego rasteja sobre a superfície de um ramo curvo, não repara que o caminho que percorreu é, na realidade, curvo. Eu tive a sorte de reparar naquilo em que o besouro não reparou".
Michio Kaku, O Cosmos de Einstein, Gradiva, 2005 (Michio Kaku é professor de Física Teórica na City University e no City College de Nova Iorque. è autor de programas na Rádio e na Televisão e de vários livros de ensino ao nível do doutoramento que constituem leitura obrigatória nas mais prestigiadas universidades do mundo).