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quinta-feira, 1 de abril de 2010

Advertência

Todos os escritos aqui escritos são ficção. As referências a pessoas representam outras. As considerações, as conclusões, e cada afirmação, mesmo peremptória, foram escritas em letra de espuma. As citações feitas a pags. tantas estão truncadas, omitindo o autor que se esconde atrás de quem se cita. As fotografias de pags. tal e tal foram propositadamente descoloridas. Os nomes, seja Margarida, Celeste, Maria, de todo não existem.
Um nota final, feita a 1.04.2010: tudo o que se declarou antes é completamente mentira.

quinta-feira, 18 de março de 2010

1.

Como a verdade da noite, o som do escuro dobra-se às angústias da claridade, e nós trocamos o mundo da memória - esse que apenas nos recorda os erros de percepção - até respirarmos uma nova luz. Margarida Maria tinha passos de nuvem, como se tivesse engolido todos os relógios e balbuciasse infinito, momento a momento, sempre e antes. Nas eras do tempo, antigamente, pretérito, ainda o homem creu que os dias se seguiam, e o escuro da noite se apartava da largueza da luz. Em vão; invariavelmente enganado.